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A Arte de Respirar, Observar e Deixar Fluir


São inúmeras as vezes que, surpreendentemente ou não, somos confrontados com uma forma mais ou menos abrupta de comunicação, seja uma explosão de um colega de trabalho, uma cobrança pouco simpática de um amigo ou um reparo inoportuno de um familiar.

Nestes momentos é de extrema importância respirar. Inspira, preenche cada alvéolo do teu pulmão com oxigénio, sente como o sangue flui levemente pelas tuas veias, sente a raiz do teu pé bem assente no chão e como tu pertences a este todo. Eu sou o outro, o outro sou eu. É chegado o momento de pensar:

“O que me define não é como o outro age/reage comigo, mas sim como eu respondo a essa ação/reação.”

É chegado também o momento de puxar da cartola a dita “comunicação assertiva” que tanto se debate em hoje em dia e pouco se pratica.

É possível fazê-lo, sim. Como?

Se observarmos para além daquela acção/reacção, conseguimos perceber o sofrimento que a pessoa que o pratica está a sentir e percebemos que no nosso íntimo não somos responsáveis pelo sucedido.

Importante, também, é ter em conta que o nosso bem-estar e o do outro estão em jogo. Logo, o mais sensato é não sintonizar na mesma frequência vibracional em que o outro se encontra naquele momento.

Resta-nos apenas uma solução, após a respiração, a comunicação assertiva e o sorrir (porque não?)… deixar fluir o momento, colocando-nos no lugar de “observador”, retirar a aprendizagem necessária e seguir com o curso normal dos eventos. Liberta-te das amarras que, por vezes, os outros te colocam, de forma intencional ou não. Não temos de levar com a toxicidade alheia, nem tão pouco somos um “contentor de reciclagem”!

Por Carmen

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